Publicado por: Viajante Gastronomico | agosto 13, 2011

Região Sul

RENDA-SE AS BELEZAS E A CULINÁRIA DE GRAMADO TCHÊ!

Gramado e Canela são charmosas cidades de montanha com uma atmosfera romântica e aconchegante em que predominam as marcas da imigração alemã. Jardins floridos, a acolhedora arquitetura enxaimel, telhados alpinos com lambrequins e campanários, o clima frio, as ruas impecavelmente limpas e a culinária típica com sotaque germânico – como apfelstrudel (folhado de maçã) e schimier (geléia), o requintado artesanato de bonecos, cristais, porcelanas, velas, tapeçarias, confecções de malha e fábricas de chocolate caseiro criam a sensação de que o visitante está numa cidade européia.

Gramado tem uma população de 34 mil habitantes e concentra os bares e cafés da moda, a maioria ao longo da Rua Coberta. A alta temporada ocorre no inverno, nas férias de julho, época em que as temperaturas alcançam índices negativos, com a eventual incidência de neve. Em agosto, o Festival Internacional de Cinema movimenta a cidade e atrai visitantes de todo o Brasil e da América Latina, que encontram variadas opções de lazer, entre elas boas casas noturnas.

Unida a Gramado por uma avenida de 6 km, Canela tem 40 mil habitantes e uma paisagem ao mesmo tempo bucólica e exuberante de montanhas, vales e cachoeiras que pode ser facilmente observada nos muitos parques que convidam ao ecoturismo, com destaque para a Cascata do Caracol, com 131 m de altura, cartão-postal da cidade e o ponto turístico mais visitado do estado.

Pela proximidade, tanto faz ficar numa ou noutra cidade, é como se fossem uma só. Ambas têm ótima rede hoteleira e gastronomia variada, com destaque para as casas especializadas em fondue e no chocolate produzido na região. Mas a maior parte dos restaurantes oferece a farta culinária italiana – o prato principal é o Galeto ao primo canto, acompanhado de polenta frita, salada de batata com maionese, radicci com bacon e vários tipos de massa.

Gramado e Canela se especializaram em encantar os turistas; por isso, recebem visitantes o ano inteiro. Fora do inverno, duas datas comemorativas também lotam os hotéis. Uma delas é a Páscoa, por causa da fabricação de chocolate caseiro. Outra é o Natal. As duas cidades se enfeitam com decorações especiais para estas ocasiões. Além disso, Gramado tem um parque temático dedicado ao Papai Noel e Canela outro, da Mamãe Noel. Espetáculos especiais, show de luzes e as ruas iluminadas encantam os visitantes

RECEITA: CHURRASCO GAÚCHO

Ingredientes:

• Um bom pedaço de carne bovina, que pode ser costela, picanha ou etc ..
• Sal grosso a vontade
• Um ou vários espetos (conforme a fome ou os trocos do vivente)
• Fogo de lenha, de gás, carvão
• Paciência, por que até ficar pronto, o índio é capaz de morder os beiços

Modo de Fazer:
Espetar de pedaço a pedaço no espeto, passar o sal e colocar no fogo mais ou menos a uma distância de 25 cm
Se houver pressa ou muita fome, come-se somente chamuscada, meio a meio, correndo sangue (como eu gosto)
Mas se não houver pressa e, tiver gente de muita frescura, assa-se até ficar esturicada.

Publicado por: Viajante Gastronomico | agosto 13, 2011

Região Sudeste

EXPLORANDO A COZINHA MINEIRA

A cozinha mineira encanta não somente porque é a mais característica do Brasil, mas sobretudo porque é feita de pratos ricos em sabor e cheios de histórias próprias. São histórias bem brasileiras que remontam à época dos escravos, o ciclo do ouro, das pedras preciosas e que nos falam de cidades importantes como Ouro Preto, Diamantina, Sabará e outras, onde se escreveram muitas páginas da história brasileira.

A Cozinha Mineira seduz principalmente pelos aromas. E eles nunca saem da memória de quem já sentiu a cálida presença no olfato de um lombinho crepitando no forno, de um feijãozinho imerso em temperos, do torresmo saltando em pururuca numa velha travessa de ferro, da lingüiça que toma forma com seu principal tempero, a paciência , e onde as panelas agüentam horas sobre o calor para que as carnes se impregnem de sabores e liberem os aromas que calam fundo na memória de alguém que, algum dia, caminhou displicentemente pelas ruas de uma cidade do interior mineiro

RECEITA: FRANGO AO MOLHO PARDO

Ingredientes:

  • 2kg de coxa e sobrecoxa
  • 1 cebola ralada
  • 1 cebola em rodelas
  • 2 colheres de cebolinha picada
  • 2 dentes de alho amassado
  • 1/2 litro de sangue já com o vinagre para não talhar( o sangue conseguirá nos abatedouros de frango)
  • 2 colheres de sopa de farinha de trigo

Modo de Fazer:

Tempero as coxas e sobrecoxas(se quiserem pode colocar 1kg de coxas + 1kg de frango inteiro) com cebola ralada e o alho amassado. Deixe por 20 minutos no tempero. Em seguida, aqueça uma panela , com óleo ,coloque uma colher de açuçar para dourar , assim que começar a dourar coloque os pedaços de frangos para dourar. Mexa e coloque aos poucos água fervida para ir engrossando o caldo. Deixe cozinhar até o ponto da carne ficar bem macia. Não deixe cozinhar até desmanchar.

Molho:

Coloque no liquidificador o sangue com 2 colheres de farinha de trigo . Bata até dissolver a farinha de trigo. Numa panela aqueça o óleo e doure o alho amassado. Coloque em seguida a mistura do liquidificador. Pode acontecer de empelotar. Basta voltar para o liquidificador e bater novamente. Irá formar um creme.

Depois do frango já cozido com caldo, basta acrescentar o creme ao frango. Coloque a cebolinha picada e sirva acompanhado com arroz branco, angu e couve picada escaldada.

Publicado por: Viajante Gastronomico | agosto 13, 2011

Região Centro-Oeste

FAÇA UM TOUR POR GOIÂNIA

Frango com guariroba, castanha de barú, pamonha de sal, empadão. Esses são alguns de tantos pratos típicos que fazem sucesso na culinária goiana. Elementos da cultura tradicional refletem diretamente na cozinha de Goiás. As festas folclóricas estão ligadas a essa expressão cultural que se torna cada dia mais intensa e efetiva. Ingredientes buscados de uma combinação de várias culturas instaladas no estado fazem com que a comida também sofra essa mistura de raças formando uma identidade própria. O que destaca no estado e faz parte da característica do povo goiano é a comida caipira. Famílias simples com descendência tropeira fazem pratos da época seguindo os padrões antigos das raízes goianas.
É respeitando essa tradição que o restaurante Comida Caipira é destaque. Localizado do setor Jaó e comandado por João Borba e Ana Lúcia Borba, o restaurante mantém a tradição da comida caipira em que todos os pratos são preparados no fogão à lenha, objeto muito utilizado ainda pelos fazendeiros goianos. Confeccionado com tijolos e aquecido com troncos de madeiras, o fogão à moda antiga faz sucesso em Goiânia. Personalidades como o ator Stepan Nercessian e o treinador Emerson Leão fazem parte da clientela que busca um lugar aconchegante e que resgata a memória cultural de Goiás. Ana Lúcia assegura que sua comida é diferente por ser cozinhada a forma antiga. “As pessoas vêm aqui no restaurante e é como se estivessem comendo em suas próprias casas, bem caseiro, é a comidinha quentinha e simples”, destaca.
Ana Lúcia que vive de cozinhar há mais de dez anos garante que o seu sucesso está nos temperos e no carinho ao fazer cada prato. A proprietária que tem em seu restaurante um cardápio farto buscou nas suas origens a composição de cada porção servida. “No domingo são 53 pratos, inclusive a leitoa a pururuca, o pernil com recheio de uva passas, frango caipira ao molho pardo, abobrinha recheada, a macarronada com queijo de minas entre outros. São comidas tradicionais, goianas, mineiras, paulistas. Juntei todos os gostos das três capitais”, conta.

CULINÁRIA GOIANA

A professora de gastronomia Christiane Isaac acredita que os hábitos alimentares goianos são a expressão de várias culturas impelidas a um conjunto. “Realmente são descendência dos nossos colonizadores. Exemplos em Goiás é a folha de coco, o alfenim, o pastelinho, que são bem típicas, bem cozinha portuguesa, e nós tivemos outros colonizadores que foram os árabes. Temos uma grande comunidade árabe no estado, então temos também essa coisa árabe nas nossas veias”, diz. Ela, que é chefe de cozinha do Palácio das Esmeraldas, diz que o que diferencia a comida típica goiana é a forma de tratar a culinária. Para Christiane, os fatores da cultura tradicional e comemorações folclóricas ajudam a formar o que chamamos de pratos típicos. “A nossa cozinha está muito ligada a nossa cultura, porque a cozinha goiana andou sempre junto com as datas festivas, estão sempre nas congadas, cavalhadas, festa do divino espírito santo, época junina. Em todos esses momentos a nossa cozinha está sempre presente”, acrescenta.
A comida tem a função de ser sedutora e prazerosa e, com isso, resgata a memória de um povo apresentando a identidade de uma região. Memória que elege certos pratos e dão a eles a importância de ser o carro chefe da culinária local. Em Goiás existe uma riqueza enorme de produtos do cerrado e, de acordo com Christiane, isso é aproveitado na confecção de pratos típicos. “Nossos pratos realmente chamam a atenção. Agora, a cozinha goiana está sendo mais valorizada pelos seus produtos do cerrado. A alta gastronomia hoje se dedica a essas pessoas que realmente gostam de gastronomia. Eles procuram cozinhar e valorizar os produtos da região”, explica, a valorização se deu a partir da descoberta desses produtos típicos. “Isso está sendo valorizado em Goiás não mais do que de três anos pra cá. A grande descoberta foi a castanha de barú que realmente é uma castanha muito especial. riquezas nós temos demais eu acho que agora esta começando a resgatar, valorizar um pouco mais os produtos que nós temos e que se gosta tanto”, exclama.

GOSTO PELO PEQUI

O fruto do cerrado, consumido em Minas Gerais, São Paulo e Bahia se instalou em Goiás com a mixagem de povos dessas regiões. Há séculos, o pequi já faz parte de uma cultura goiana sendo encontrada em maiores quantidades na região sul do estado. Apesar de não ser um fruto exclusivo de Goiás, ele se firmou no estado e hoje faz parte de vários pratos típicos como o arroz com pequi, o frango com pequi, o peixe ao molho de pequi, e até na fabricação de licores.
A professora Christiane explica que apesar de o pequi não ser um fruto especificamente goiano, aqui em Goiás ele é tratado diferente. Segundo ela, nas outras regiões onde se encontra o fruto, ele não vem associado à cultura regional. “O pequi se torna muito popular em Goiás porque nós goianos adoramos o pequi, e quando eu falo de uma forma diferente, é porque o arroz com pequi já parece motivo de festa para nós goianos. Em Goiás, na época do pequi, você vê em todas as esquinas aquele frutinho dourado que a gente tanto aprecia e que no dia de domingo reúne a família para comer”, explica.

Que cozinhar é uma arte ninguém duvida. O amor pelos temperos dá o toque no que será preparado. Do mais simples ao mais sofisticado, o tempo e a dedicação é a chave do sucesso que se conquista com o sabor irresistível e inesquecível de cada iguaria. A professora que encara essa arte também como profissão diz que tem que ter gosto pela cozinha. “Eu acho que é uma profissão muito bacana para quem gosta. É uma arte, sem dúvida, você tem que gostar muito, porque senão você não agüenta. É uma profissão muito pesada, em alta temperatura, em baixa temperatura”, pontua.
Essa arte já enfrentou vários preconceitos e há alguns anos não era encarado como profissão. Christiane Isaac lembra que só agora consegue associar o seu amor pela cozinha à sua vida financeira. “Eu já tenho muitos anos de profissão e pra viver dela. Não é uma profissão fácil. Hoje ela está sendo valorizada, mas antes não era nenhum pouquinho”, fala. Ela aposta na ascendência da profissão. “Eu acredito que só tende a melhorar cada dia mais, bons restaurantes são abertos e isso dá a oportunidade para novos profissionais que estão surgindo ai”, espera.

RECEITA: FRANGO CROCANTE COM AVEIA

Ingredientes

  • 250g de filé de frango em cubos
  • suco de 1 limão
  • sal e pimenta a gosto
  • 1 pitada de curry (a gosto)
  • 1 ovo batido
  • 8 colheres de aveia em flocos

 

Modo de Preparo

Em uma tigela coloque os cubos de frango e tempere com o suco de limão, sal, pimenta e o curry. Deixe marinar por uns 20 minutos. Escorra o caldo da marinada, passe os cubos pelo ovo batido e em seguida empane com a aveia. Frite em óleo aquecido. Você vai se surpreender! Se tiver um molho de mostarda ou pimenta vai bem.

Publicado por: Viajante Gastronomico | agosto 13, 2011

Região Nordeste

CURTA AS DELÍCIAS DO NORDESTE

Acarajé, comida ritual. Na África, é conhecido por àkàrà que significa bola de fogo, enquanto e je significa comer. No Brasil virou palavra só, acara-je, ou seja, “comer bola de fogo”.
O acarajé, comida típica da Bahia é o principal atrativo no tabuleiro da baiana, é um bolinho característico do candomblé. Sua origem é explicada por um mito sobre a relação de Xangô com suas esposas,Oxum e Iansã. O bolinho se tornou, assim, uma oferenda a esses orixás. Mesmo ao ser vendido num contexto profano, o acarajé ainda é considerado, pelas baianas, como uma comida sagrada. Por isso, a sua receita, embora não seja secreta, não pode ser modificada e deve ser preparada apenas pelos filhos-de-santo.
O acarajé é feito com feijão-fradinho, que deve ser quebrado em um moinho em pedaços grandes e colocado de molho na água para soltar a casca. Após retirar toda a casca, passar novamente no moinho, desta vez deverá ficar uma massa bem fina. A essa massa acrescenta-se cebola ralada e um pouco de sal.
O segredo para o acarajé ficar macio é o tempo que se bate a massa. Quando a massa está no ponto, fica com a aparência de espuma. Para fritar, use uma panela funda com bastante azeite-de-dendê ou azeite doce.

RECEITA: ACARAJÉ

Ingredientes

• 1 litro de azeite de dendê para fritar
• 1 colher (sobremesa) de sal
• 1 dente de alho
• 1 colher (chá) de gengibre ralado
• 300 g de cebola em pedaços
• 1 kg de feijão fradinho quebrado

Camarão para Acarajé:

• 1 xícara (chá) de caldo de peixe ou de camarão
• coentro a gosto
• ½ xícara (chá) de azeite de dendê
• 100 g de camarão seco defumado sem cabeça
• 1 cebola picada em pedaços bem pequenos

Modo de Fazer:

Numa bacia grande, coloque o feijão e lave várias vezes, até sair toda a casca. A seguir, deixe de molho por 3 horas. Escorra o feijão, coloque no liquidificador, junte a cebola, o gengibre, o alho e o sal e bata até obter uma pasta. Antes de fritar, bata novamente a pasta com uma colher, até ficar bem fofinha. Numa panela grande, aqueça bem o azeite-de-dendê. Com a ajuda de duas colheres, molde os bolinhos e frite-os no azeite. Sirva-os recheados com camarão ou com os recheios à parte. Camarão para acarajé: Numa panela, coloque todos os ingredientes e misture. Leve ao fogo e refogue por 3 minutos.

Publicado por: Viajante Gastronomico | agosto 10, 2011

Região Norte

A GASTRONOMIA NA REGIÃO NORTE DO BRASIL

Guianas ao Norte, Planalto Central ao Sul, Cordilheira dos Andes a Oeste e Oceano Atlântico a Noroeste. Estas são as fronteiras da Região Norte do Brasil. De clima equatorial, o local é banhado pelos grandes rios das bacias Amazônicas e do Tocantins e exibe a maior floresta tropical do mundo, a floresta Amazônica, exuberante em uma profusão de cores expressas em sua fauna e flora.
As águas dos rios determinam o relevo da região, que se divide em três patamares. Os igapós são áreas permanentemente inundadas, com vegetação adaptada para permanecer com as raízes sempre debaixo d’água. As várzeas ficam em terreno mais elevado e são inundadas apenas na época das cheias dos rios. É ali que as seringueiras florescem e fornece o látex, base da economia extrativista local. As grandes árvores encontram terreno fértil nos baixos platôs ou terra firme, partes mais elevada fora do alcance das cheias dos rios.
A economia da região Norte se baseia no extrativismo vegetal de produtos como látex, açaí, madeiras e castanha-do-pará. No extrativismo mineral fornece ouro, diamantes, cassiterita e estanho e na exploração de minérios em grande escala, são encontrados, principalmente, o ferro na serra dos Carajás, no estado do Pará, e o manganês na serra do Navio, no estado do Amapá.
Todas as características acima citadas nos dão um embasamento da riqueza que é essa região. Quanto à sua gastronomia, não poderia ser diferente, há uma diversidade inquestionável, muito embora o Pará seja a referência em questão, pois serve de parâmetro para os demais, fazendo com que seja a culinária mais exótica e peculiar, tanto da região Norte, quanto do país.

RECEITA: PATO NO TUCUPI

Ingredientes:

  • 1 pato grande
  • 3 cebolas pequenas, cortadas em rodelas
  • 4 dentes de alho
  • 100 g de bacon em fatias
  • 5 tomates maduros (opcional)
  • 1/3 de xícara de chá de vinagre
  • 1 folha de louro picado
  • 1/2 colher de café de cominho e pimenta do reino
  • 1 xícara de chá de óleo
  • 1 maço de jambu (ou agrião)
  • 1 litro de tucupi
  • 12 colheres de sopa de farinha de mandioca torrada
  • Sal á Gosto

Modo de Fazer:

  • Limpe muito bem o pato
  • A seguir, fure-o ligeiramente com um garfo e tempere com alho socado, sal, louro, pimenta do reino, cominho e vinagre
  • Deixe tomar gosto de um dia para o outro
  • Após este tempo, cubra o pato com fatias de bacon, coloque-o numa assadeira, arrume por cima as fatias de cebola e tomate
  • Regue com óleo e leve ao forno moderado, deixando assar até que o pato fique corado e macio
  • Retire, corte-o em pedaços e deixe no próprio molho
  • Limpe o jambu, lave e pique (conserve os talos para dar mais gosto), ferva o tucupi com 2 dentes de alho previamente socados, por mais ou menos 15 minutos
  • Se usar agrião, não se deve ferver
  • Adicione os pedaços do pato no molho e deixe ferver por 20 minutos
  • Na hora de servir, coloque em cada prato 2 colheres de sopa de farinha de mandioca, arrume por cima 1 ou 2 pedaços de pato e despeje bastante molho (bem quente)
  • O molho misturado com a farinha formará uma espécie de pirão

Para fazer o molho do tucupi:

  • Rale a mandioca, esprema o caldo e coloque para cozinhar com bastante alho
  • Depois de frio engarrafe
  • Uma boa opção para se fazer com tucupi é o famoso tacacá:
  • Ferva um litro de tucupi com um galho de jambu e três pimentas malaguetas
  • Faça uma massa bem espessa com meio quilo de polvilho e água
  • Misture meio quilo de camarões secos e sirva com molho de tucupi por cima, quente

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